Diante do espectador, um corpo é registrado em pedaços: uma cabeça, duas mãos, dois pés. Unidos, os pedaços se iluminam em suas formas orgânicas e formam uma unidade: eu, com meu corpo e minha alma. Não importa muito a ordem e maneira que esse corpo é montado, ele continua único, o mesmo. Mas o que aconteceria se uma destas partes fosse removida? É este o convite que está sendo feito: remova um pedaço de mim. Veja o que acontece. A unidade se vai. O pedaço se apaga. Tudo fica incompleto.
Esse trabalho visa uma discussão sobre espaço pessoal, intimidade, segurança e limites do outro. São 5 peças de resina transparente, cada uma com uma fotografia de uma parte do meu corpo. Em cada peça, um LED que, quando próximo da base, se mantém aceso; quando afastado, apaga. Assim, quem remover uma das peças longe o suficiente, a apaga.
Esse trabalho visa uma discussão sobre espaço pessoal, intimidade, segurança e limites do outro. São 5 peças de resina transparente, cada uma com uma fotografia de uma parte do meu corpo. Em cada peça, um LED que, quando próximo da base, se mantém aceso; quando afastado, apaga. Assim, quem remover uma das peças longe o suficiente, a apaga.